Um casarão datado do século XIX, situado no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, iniciará um processo de restauração após permanecer fechado por quase 20 anos. Construído aproximadamente em 1865, o imóvel será parte de um novo projeto imobiliário na área.
Este edifício foi propriedade da família de Antônio Clemente Pinto Filho, um nome importante da elite cafeeira do século XIX, e é visto como um ícone de uma época em que o Flamengo ainda era composto por chácaras e grandes propriedades rurais.
🏗️ Novo uso está previsto para o casarão
A área totaliza cerca de 15 mil metros quadrados e foi adquirida pela construtora NewView, anteriormente pertencente ao tradicional Colégio Metodista Bennett.
A proposta consiste em converter o antigo palacete, localizado na Rua Marques de Abrantes, em um espaço comum dentro de um futuro condomínio residencial.
👉 O objetivo é reposicionar o casarão como a peça central do novo empreendimento.
🏛️ Especialistas renomados estarão à frente do restauro
A responsabilidade pela recuperação da estrutura ficará a cargo do arquiteto Jorge Astorga, conhecido por seu trabalho em projetos como o Paço Imperial.
O paisagismo ficará sob a orientação de Benedito Abbud, que é uma referência no setor a nível nacional.
🕰️ O imóvel possui uma rica história
O casarão viveu diversas fases ao longo dos anos:
- Construção no século XIX
- Funcionamento como residência da elite cafeeira
- Compra pelo Colégio Bennett em 1920
- Período recente marcado pelo abandono
👉 O objetivo do restauro é recuperar a relevância histórica deste edifício.
🔍 Detalhes completos do projeto serão apresentados em breve
Até o momento, as informações sobre o empreendimento ainda não foram reveladas pela incorporadora.
👉 A expectativa é que os detalhes completos sejam oficialmente divulgados nos próximos dias.
📌 Impactos para a cidade
A revitalização do casarão traz consigo:
- a preservação do patrimônio histórico
- a valorização urbana da área
- a integração entre a história e novos empreendimentos
👉 Projetos dessa natureza têm se tornado cada vez mais frequentes em regiões valorizadas do Rio.
